A Phala

Persistência da Obra § nota de apresentação

In Arte e Produção on 9 de fevereiro de 2012 at 17:16

É o momento de agradecer. E, neste agradecimento, não há a mínima formalidade (no sentido exterior deste termo). Há, antes, um gesto de reconhecimento para com a formação e a transformação de uma necessidade obscura que se tornou em pouco tempo, para mim, numa urgência: a urgência de dialogar — quer dizer, sobretudo, de ouvir outros — sobre a persistência da arte. Este gesto é endereçado àquelas e àqueles junto dos quais essa necessidade pôde tomar forma e não cessou de se transformar.

EUROPA EM SOBREIMPRESSÃO — LLANSOL E AS DOBRAS DA HISTÓRIA

In Arrábido on 9 de fevereiro de 2012 at 17:07

1. Algumas palavras sobre o método deste livro ousado: depois da introdução geral, seis capítulos divididos em subcapítulos, cada um da responsabilidade de um autor. Quando há uma personagem-chave que forma o eixo de um capítulo, incluem-se no fim textos expressivos dessa mesma personagem em tradução para português. Nas margens das páginas, abrem-se janelas cor de ocre que contêm excertos de textos de Llansol, textos alusivos ou tutelares do que é discutido, oferecidos em contraponto ao texto central e trazendo-lhe referências.

«O Mundo Está Cheio de Deuses — Crise e Crítica do Contemporâneo», de João Barrento

In Peninsulares on 11 de janeiro de 2012 at 11:12

Este é um livro de sínteses; de uma primeira resultante da reunião de crónicas — a maioria delas escritas para o Público — e de posts do blogue do autor intitulado Escrito a Lápis — A porta estreita do Quotidiano  e também instantâneos com data. A indicação do subtítulo é precisa dado que ele somatiza uma preocupação constante do autor, que é a da memorização da comunidade; daí a precisão da data apesar do formato pequeno e do módulo instantâneo.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.