«Não tenho o gosto de o conhecer pessoalmente, nem sei, tampouco, se na realidade teria algum prazer nisso.
Desculpe-me V. Ex.ª esta rude franqueza, à laia de intróito, mas acontece que, de há muito, deixei de ter qualquer sentimento de admiração, ou sequer respeito, pelos bem encapuçados adôrnos (vivos) da literatura nacional, sejam eles muito ilustres ou não.
Não é este, claro, o caso de V. Ex.ª, nem tão ilustre nem tão decorativo que me iniba de lhe fazer uns pequenos, mas muito respeitosos, reparos às suas críticas a “Nobilíssima Visão”, de Mário Cesariny de Vasconcelos e a “Folhas de Poesia n.º 4″, in “Diário Popular“, de 6-8-59 e de 10-9-59, respectivamente. […]» Um folheto de Pedro Oom disponível aqui. Read the rest of this entry »