A Phala

Archive for the ‘Arte e Produção’ Category

Persistência da Obra § nota de apresentação

In Arte e Produção on 9 de fevereiro de 2012 at 17:16

É o momento de agradecer. E, neste agradecimento, não há a mínima formalidade (no sentido exterior deste termo). Há, antes, um gesto de reconhecimento para com a formação e a transformação de uma necessidade obscura que se tornou em pouco tempo, para mim, numa urgência: a urgência de dialogar — quer dizer, sobretudo, de ouvir outros — sobre a persistência da arte. Este gesto é endereçado àquelas e àqueles junto dos quais essa necessidade pôde tomar forma e não cessou de se transformar. Leia o resto deste post »

Margarida Medeiros § «Fotografia e Narcisismo — o auto-retrato contemporâneo» (2000); «Fotografia e Verdade — uma história de fantasmas» (2010)

In Arte e Produção on 30 de março de 2011 at 15:59

Esta leitura de Fotografia e Verdade – uma história de fantasmas (2010), estrutura-se em torno de Eco, a figura ausente em Fotografia e Narcisismo – o auto-retrato contemporâneo (2000) que, juntamente com Narciso, completa o mito, apontando simultaneamente para a coerência da obra e para a originalidade do pensamento de Margarida Medeiros. Leia o resto deste post »

A (i)mortalidade do amor (uma apresentação de «Assombra»)*

In Arte e Produção on 28 de setembro de 2009 at 12:09

(Boa noite a todos. O Tomás pediu-me que dissesse algumas palavras que pudessem ser uma «apresentação» deste livro e um testemunho de um leitor que acompanhou a génese deste livro. Pediu-me que não ultrapassasse muito os 20 minutos. Terei portanto de ser breve e talvez até um pouco elíptico – e, peço-vos indulgência, mas vou ter de ler para respeitar esse espaço de tempo. Ele preveniu-me também que tivesse em linha de conta que não seria uma apresentação para um público com preparação filosófica. Esta seria aliás a primeira coisa a dizer, para quem não sabe: este é um «livro tocado pela filosofia» ou, talvez se possa dizê-lo, um livro onde «somos tocados» por esse modo de dizer, tão profundamente antigo, longínquo. Por isso desculpem-me desde já se esta apresentação soar ainda demasiado enredada no léxico filosófico). Leia o resto deste post »